1029 avaliações sobre A Regaleira Restaurante em Porto Porto
De acordo com o Observador, Júlio Couto é o nome da primeira pessoa a provar uma francesinha. Em entrevista ao meio de comunicação referido, este explicou que o proprietário de restaurante, David Silva, certo dia lhe disse que havia feito “uma coisa nova”. Se habita na cidade do Porto ou nos seus arredores, então é bem possível que seja um grande apreciador de francesinhas. Afinal de contas, é um prato bastante popular e que gera sempre bastante interesse em quem nos visita. E sempre que é pedida, a história do nascimento do mais conhecido e apreciado dos sanduiches portuguesas é contada.
“A maior parte das vezes, são os empregados que a contam e as pessoas ficam contentes por estarem no local onde a Francesinha nasceu”. É por isso que o Regaleira está começando um pequeno espaço expositivo sobre a história do petisco e do próprio restaurante. Daniel começa a trabalhar no Regaleira e, inspirado pela francesa “Croque Monsieur” resolve criar um sanduiche novo, aproveitando as carnes e os defumados portugueses e inventando um molho de sabor forte e picante. O melhor nome que lhe surgiu terá sido a francesinha”, explica Francisco Passos. Para quem ficou curioso sobre a história original da francesinha, podemos dizer em traços gerais que a receita foi inventada por Daniel David Silva. Este barman foi descoberto por António Passos numa das suas viagens pela Europa.
Contacto
- Para quem é da cidade do Porto e dos seus arredores, escusado será dizer que a Francesinha é um prato que dá vontade de comer e chorar por mais.
- Em entrevista ao meio de comunicação referido, este explicou que o proprietário de restaurante, David Silva, certo dia lhe disse que havia feito “uma coisa nova”.
- Essa combinação faz com que os sentidos sejam despertados, atraindo tanto locais quanto visitantes.
- A receita original da Francesinha ainda é a que hoje se serve na Regaleira.
Na central das francesinhas, ou seja, os Poveiros, a Santa Francesinha é outro dos destaques e as opções por lá são várias. A especialíssima adiciona bacon aos ingredientes habituais e já vem com ovo e batata. Mas o prato que rouba o nome ao restaurante, pega nela e acrescenta-lhe ainda um hambúrguer e cebola caramelizada, para os mais corajosos.
Lemos Café Francesinhas
Foi aqui que Daniel David da Silva, um emigrante regressado da França, inventou a francesinha. Após três anos encerrado, o restaurante reabriu em 2021, ainda na rua do Bonjardim, mas agora na porta 83. A receita original da francesinha, com o molho secreto e a perna de porco assada, mantém-se até hoje.
Há quem a defenda com unhas e dentes, e quem prefira a sua versão mais puritana – original dos anos 60 –, preparada com lombo de porco assado. As batatas fritas aos palitos são caseiras e chegam à mesa quentes e fartas. Esta é também uma das casas mais populares para desfrutar da versão vegetariana, que leva tofu fumado, salsicha de soja, salsichão vegetal, beringela, queijo e um molho parecido, mas não igual. Só três pessoas conhecem a receita do molho servido na Cufra, que abriu as portas no revolucionário ano de 1974, na Avenida da Boavista. "O segredo é nosso, o prazer é vosso", lê-se na carta das francesinhas.
A influência da culinária francesa é clara na francesinha. Isso se vê na inspiração original e no molho sofisticado. O molho, feito com cerveja, tomate e especiarias, faz cada francesinha única. Portanto, aqui vai…o truque que todos estes restaurantes têm em comum está no toque do cozinheiro, na forma como confecciona o prato e em todo o gosto e carinho que deposita em cada prato que cozinha. No entanto, dada a variedade da carta os preços podem variar em média entre os 15€ e os 25€.
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Pode parecer um pouco caro, mas a qualidade e o sabor valem cada cêntimo. Sem dúvida, a decoração é um dos elementos que destaque, que realçam a madeira e a pedra, tornando-se num espaço acolhedor. Ótimo para conviver com amigos, enquanto se delicia com a iguaria de maior destaque – a francesinha. A Cervejaria Brasão, que conta com 5 estabelecimentos (Aliados, Coliseu, Foz, Salgueiros e Antas) cheios de variedade e sabor, é sem dúvida um espaço a visitar. Então, situado mesmo ao lado do Café Santiago, este espaço tem disponível outras opções, além da iguaria de destaque – a francesinha.
Tendo Daniel sido emigrante em França, usou como inspiração uma das sanduíches mais típicas de França, o “Croque-Monsieur”. Muitos funcionam também em modo take-away ou entrega ao domicílio, mas o que interessa é saborear uma francesinha feita por quem sabe, independentemente do local onde a degusta. Naturalmente que é subjetivo, mas não deixa de ser uma distinção para este prato tão ilustre do Porto. Muito possivelmente, já ouve falar de francesinhas desde o dia em que é nascido. No entanto, esta não é assim tão antiga na cidade do Porto quanto isso.
Quem espera encontrar bife pode desistir porque a carne é perna de porco assada. Ah, e o molho, claro, é uma receita especial, deixada pelo próprio inventor desta iguaria. A francesinha é um sanduíche típico do Porto composto por fatias de pão de forma, carne frias como fiambre, linguiça, salsicha fresca e bife ou carne assada. É tudo coberto por queijo derretido e regado com molho especial à base de tomate, cerveja e picante.
A clássica é boa e recomenda-se, mas a francesinha Locanda Real, em pão bijou com bife, ovo, chourição, mortadela e linguiça fresca é a estrela da casa. Também encontra por aqui uma francesinha de perú, uma vegetariana, uma vegan e até em formato calzone. “O pão estava torradinho e fofo, a carne do bife bem passada e saborosa, e a fatia de mortadela com bagos de pimenta preta dava-lhe um toque interessante. As francesinhas são preparadas pelo próprio Afonso, o dono, e pela mulher, os únicos a confeccionar o molho, “um pouco mais picante e acervejado do que o tradicional”. O Francesinha Café é outro dos nomes mencionados com francesinha regaleira delivery frequência quando o assunto é a melhor francesinha da cidade.